Apanhadão: a nova onda de livros distópicos
Veja também: a explicação para o sucesso de Stephen King e a retirada de livro na rede municipal de Sorocaba
Um texto de Walter Porto na Folha de S. Paulo reflete sobre como a crise da democracia e o cenário político de países como os Estados Unidos e figuras como Donald Trump e Bolsonaro têm impulsionado uma nova onda de distopias na literatura. Livros como A canção do profeta (DBA), vencedor do Booker Prize de 2023, e os brasileiros A nova ordem (Alameda Editorial) e A extinção das abelhas (Companhia das Letras) são exemplos da nova abordagem do debate.
A prefeitura de Sorocaba mandou retirar da rede municipal de ensino exemplares do livro ABC doido, pelo livro conter símbolos e elementos que fizessem apologia ao diabo. A matéria divulgada pelo g1 teve a um acesso um exemplar do material. O alvo da polêmica é uma obra escrita em 1999, com 112 páginas em que a autora Angela Lago ensina o alfabeto de forma não convencional, no caso, de trás para frente.
Um especial do jornal Estado de Minas repercutiu o filme Écrire la vie, exibido no Festival de Veneza que trata da discussão nas escolas de jovens franceses sobre obras da escritora Annie Ernaux.
O Estadão fez uma matéria que busca explicar o sucesso do escritor Stephen King, autor de mais de 80 livros. A matéria vai desde a morte de seu pseudônimo, até as duas obras que serão adaptadas em setembro para o cinema.
O Ilustríssima conversa da Folha de S. Paulo entrevistou Jamil Chade sobre a atual política de deportações nos Estados Unidos. A Folha também publicou uma matéria em que a viúva de Luis Fernando Verissimo relata histórias do casamento de 61 anos com o autor recém falecido, aos 88 anos.
Na página Universa, do Uol, Carla Madeira fala sobre a literatura não ter sempre “o final que o leitor quer”. E o Uol também listou as indicações de leitura realizadas por um dos homens mais ricos do mundo.
A Veja fez uma pauta sobre novo livro da cantora Letrux, em que ela conta mais sobre os sentimentos em torno da possibilidade de ter câncer.
No Nexo, o escritor e roteirista Antonio Arruda indica cinco livros cujas ideias e palavras ajudam a romper o automatismo do dia a dia.
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