Dentro dos diários de Freddie Mercury
Cantor britânico deixou 17 cadernos manuscritos, com registros que vão até poucas semanas antes de sua morte por HIV
Pouca gente sabia, mas Freddie Mercury (1946-1991) começou a escrever diários em 1976, quando o Queen, banda da qual era vocalista, vivia o auge de sua fama global. Ao falecer, em 1991, o cantor britânico havia deixado 17 cadernos manuscritos, com registros que vão até poucas semanas antes de sua morte, vítima de complicações do HIV. O destino desses escritos foi guardado em segredo por quatro pessoas — e apenas uma delas recebeu do artista a missão de preservar a coleção. Em 2021, esse guardião procurou a jornalista e biógrafa britânica Lesley-Ann Jones, oferecendo acesso completo ao material. Depois de três anos e meio de pesquisa, ela apresenta Com amor, Freddie: A vida e o amor secreto de Freddie Mercury (Editora Rocco, 352 pp, R$ 79,90 – Trad.: Gabriel Zide Neto), obra que promete lançar nova luz sobre a trajetória e o legado do ídolo. O livro revela passagens da infância do cantor, seus medos e desejos, inspirações para composições, detalhes de relacionamentos íntimos e, segundo a autora, a identidade do verdadeiro amor de sua vida. Amiga de infância de David Bowie, Lesley-Ann Jones já escreveu biografias de nomes como John Lennon, Rolling Stones e do próprio Bowie.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
