Manuscritos medievais podem ter DNA desvendado
Milhares de livros escritos a mão na Europa medieval existem até hoje, mas acadêmicos tentam há muito tempo descobrir quando e onde a maioria desses documentos foram escritos. Agora, um pesquisador da Universidade da Carolina do Norte está usando avanços modernos em genética para desenvolver técnicas que vão esclarecer as origens desses importantes artefatos culturais. Muitos manuscritos medievais foram escritos em material feito de pele seca de animais, e o professor Timothy Stinson está trabalhando para aperfeiçoar técnicas de extração e análise do DNA contido nessas peles com o objetivo de, a longo prazo, criar um banco de dados genético que possa ser usado para determinar quando e onde um manuscrito foi escrito. “Datar e localizar manuscritos tem historicamente apresentado problemas persistentes”, disse Stinson, “porque eles tem sido muito baseados na caligrafia e no dialeto dos escribas que criaram os manuscritos – técnicas que tem se provado pouco confiáveis por uma série de razões.”
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