Apanhadão: Shein começa a vender livros nos EUA
Veja também: masturbação feminina na literatura e o mestrado de Conceição Evaristo
A varejista Shein começou a vender livros nos EUA na última quarta (19). Em um comunicado à imprensa, a plataforma chinesa diz que a decisão se baseou no “estilo de vida” de seus consumidores, que possuem o hábito de ler de um a três livros por mês. De acordo com a matéria no Estadão, a empresa aproveita o interesse da geração Z, sua principal clientela, pelos livros físicos para se lançar neste novo segmento. O Estadão fez também uma reportagem dando detalhes sobre o gênero da ficção climática, além de publicar uma nota de um livro de contos escritos por autores célebres sobre cães e gatos.
Na Folha, a escritora Giovana Madalosso publicou uma coluna em que aborda sua percepção sobre a falta de cenas de masturbação feminina na literatura. A autora relaciona a questão ao poder das palavras e dos corpos femininos; e de como muitas das cenas de prazer na literatura estão voltadas para o prazer masculino.
Também na Folha de S. Paulo, o Painel das Letras publicou sobre o lançamento do mestrado de Conceição Evaristo.
A revista Quatro Cinco Um entrevistou Bárbara Bulhosa, a fundadora da editora portuguesa Tinta-da-China. Em 2025, a casa editorial completa 25 anos. No texto, ela confessa que não imaginava que a editora sobreviveria até 2025.
A passagem da cantora Dua Lipa pelo Brasil na última semana foi fortemente atravessada por sua conexão com os livros. Por conta disso, o g1 publicou uma matéria sobre os livros indicados por ela em seu clube de leitura.
A Casacor elaborou uma lista com títulos para aprender mais sobre Design.
No Nexo, o jornalista Jason Tércio indicou cinco livros que exploram a sociedade brasileira ao longo do tempo.
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