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Livro relata mudanças do Rio no século 17

16 de novembro de 2009
1 min de leitura

Depois de 40 anos, obra sobre cidade recém-fundada é relançada

No Rio de 1613, orações e novenas eram as únicas medidas preventivas contra o contágio por varíola. Roupas e colchões das vítimas eram atirados “aos monturos” ao ar livre. O primeiro calçamento urbano é de 1617. A Ladeira da Sé, depois chamada de da Misericórdia, levava ao Morro do Castelo, que foi desmontado no século 20. A mais antiga rua da cidade ainda resiste, mas já não dá em lugar algum. Só a partir de 20 de julho de 1620 a Justiça fluminense ganhou poder para decidir causas importantes. Até então, as ações só podiam ser julgadas nos tribunais da Bahia, capital da Colônia. Essas e outras histórias de um Rio recém-fundado, começando a se firmar como cidade, foram resgatadas. Depois de 40 anos esgotado, longe das prateleiras das livrarias, o livro O Rio de Janeiro no Século XVII – Raízes e trajetória (Documenta Histórica, 209 pp., R$ 69,90), do jornalista Vivaldo Coaracy.

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