Um inglês nos trópicos
Livro e mostra apresentam desenhos e aquarelas do artista oficial da missão britânica no Brasil
Ele não ficou conhecido, como Debret, Rugendas e Taunay. Fez parte da missão inglesa, que não tem a mesma notoriedade que a francesa e a russa.
E ficou apenas 11 meses no Brasil. Mas Charles Landseer deixou um dos mais fascinantes conjuntos de imagens do país do século XIX, que ficaram reunidas num caderno com 302 desenhos e aquarelas, a maior parte delas pouco vista até aqui. As obras — 178 delas, além de dois óleos feitos depois — estarão à vista na exposição Charles Landseer — Desenhos e aquarelas de Portugal e do Brasil, 1825—1826, que será aberta ao público na sexta-feira, no Instituto Moreira Salles (IMS) (Rua Marquês de São Vicente, 476, Gávea – Rio de Janeiro/RJ – Tel.: 21 3284-7400). Junto com a mostra, está saindo o livro de mesmo nome, que reúne mais de 90% do material produzido por Landseer em sua viagem. Em edição bilíngue, estará à venda por R$ 140 no IMS e nas livrarias.
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