Publicidade
Voltar CLIPPING

Morte inspira discussão sobre atualidade de clássico

30 de janeiro de 2010
1 min de leitura

O apanhador no campo de centeio foi o primeiro romance de J.D. Salinger, publicado em 1951

Morto na última quinta, aos 91 anos, Jerome David Salinger deve muita de sua reputação como um dos escritores americanos mais influentes do século 20 a O apanhador no campo de centeio, seu primeiro romance, publicado em 1951. O livro contava em primeira pessoa um fim de semana na vida de Holden Caufield, um adolescente novaiorquino voltando para casa depois de ser reprovado num colégio interno de elite. Exibindo uma percepção incomum da mente juvenil, o livro tornou-se imenso sucesso de público (já vendeu cerca de 65 milhões de cópias até hoje). E também causou polêmica por sua linguagem chula e suas liberais alusões sexuais. A influência da narrativa foi fundamental na construção da imagem do adolescente rebelde, tão explorada mais tarde no cinema, na TV e na literatura. Dois editores do Jornal do Brasil – Álvaro Costa e Silva e Marco Antonio Barbosa – discutem sobre a perenidade de O apanhador. Sessenta anos depois, o livro ainda continuaria relevante? Confira.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade