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Como Mandela transformou o ódio em união

30 de janeiro de 2010
1 min de leitura

Conquistando o inimigo, livro que inspirou o novo filme de Clint Eastwood, destaca personalidade sedutora do sul-africano

Conquistando o inimigo (Sextante, 272 pp., R$ 29,90 – Trad. Teresa Carneiro), de John Carlin, não chamou muita atenção quando chegou às livrarias, em setembro, com uma foto de 1995 em que Nelson Mandela cumprimenta o capitão da seleção sul-africana de rúgbi. Na semana passada a obra voltou às prateleiras, agora com sobrecapa para não deixar dúvida: saem o presidente e o jogador, entram Morgan Freeman e Matt Damon; o título perde destaque, ou vira uma espécie de subtítulo, sob o nome Invictus. Com a chegada do longa de Clint Eastwood aos cinemas do País, na sexta-feira, a Sextante conseguiu distribuir no mercado a segunda leva da primeira tiragem, de 10 mil cópias, esgotando os exemplares em estoque. A estreia deu fôlego às vendas, embora o filme, considerado por meses uma das grandes apostas para o Oscar deste ano, não tenha feito um caminho glorioso até aqui – não faturou nenhuma de suas únicas três indicações para o Globo de Ouro.

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