Vampiros em mutação
Sobrinho-bisneto do escritor Bram Stoker, criador do Drácula original, lança continuação da saga do conde sanguinário
Aparentemente, o fenômeno iniciado com a saga Crepúsculo (2008), filme que moderniza, novamente, a lenda dos vampiros, está longe de terminar. Acaba de chegar às livrarias brasileiras o ambicioso livro Drácula – O morto-vivo (Ediouro, 480 pp., R$ 49,90 – Trad.: Alexandre Martins Morais), que se pretende uma sequência de Drácula, romance epistolar do irlandês Bram Stoker (1847-1912) que apresentou ao mundo – e à cultura pop – o conde sugador de sangue. Seu coautor é o canadense Dacre Stoker, sobrinho-bisneto do escritor original, que, junto ao pesquisador e roteirista americano Ian Holt, se debruçou sobre as anotações deixadas pelo tio-avô. Um roteiro baseado na nova aventura já está circulando por Hollywood, avisa Stoker. “Embora ache injusto julgar o sucesso de um livro por sua habilidade em virar cinema, muitos já comentaram que ele daria um excelente filme”, diz o escritor de 51.
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