Chegada do iPad deve aquecer mercado de publicações eletrônicas
Só nos Estados Unidos, o crescimento foi de 213% entre 2008 e 2009
Lançado nos EUA no sábado, o iPad, computador da Apple com tela sensível ao toque, nasceu com uma série de imodestas pretensões. Uma delas é a de revolucionar a indústria de livros e publicações eletrônicas. A vibrante tela colorida do iPad é seu principal trunfo para conquistar um mundo em tons de cinza, capitaneado pelo Kindle. Na segunda-feira, a Apple divulgou já ter vendido mais de 300 mil iPads até meia noite de sábado – mais do que o iPhone original, que vendeu 270 mil unidades no mesmo período, em 2007. No Brasil, o mercado de livros eletrônicos é infante, mas, principalmente nos Estados Unidos, cresce a olhos vistos. De acordo com a associação de editoras dos EUA, as vendas de livros eletrônicos em 2009 chegaram a US$ 165,8 milhões, ante US$ 53,5 milhões em 2008 – um crescimento de 213%.
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