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Leitores de livros eletrônicos podem aumentar a pirataria

13 de julho de 2010
2 min de leitura

Madras foi uma das primeiras editoras a se preparar para a era digital

Com telas e peso semelhantes às publicações de papel, conectividade 3G e Wi-fi e compartilhamento das opiniões com outros leitores pelas redes sociais, os leitores de livros digitais conseguiram conquistar milhares de adeptos. De abril a maio de 2010, foram vendidas 740 mil unidades no mundo. No primeiro quadrimestre, o acumulado chega a 1,4 milhão de aparelhos vendidos, de acordo com dados da Digitimes Research. As editoras também encontraram um novo segmento para faturar. Uma pesquisa da comScore apontou uma alta tendência entre os consumidores de e-readers — principalmente o público jovem — de pagar por jornais e revistas formatadas para esse aparelhos. Entre os usuários de 25 a 34 anos, 59% disseram que pagariam por um conteúdo virtual. O interesse se reflete nos lucros. De acordo com a consultoria norte-americana PricewaterhouseCoopers, o mercado de e-books vai passar de US$ 1,1 bilhão, índice atingido em 2009, para US$ 4,1 bilhões até 2013. As editoras de livros e revistas há alguns anos já se preparavam para esse mercado. A Editora Matrix foi pioneira em fechar contratos para publicação de livros tanto no formato digital como em papel. Com a popularização dos e-books, outra questão também é levantada: a distribuição ilegal. A Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) retirou do ar de agosto do ano passado até janeiro deste ano 15,7 mil links para download piratas de livros. Para ler a matéria completa, que fala sobre outras editoras, livrarias e ainda sobre experiências internacionais, clique aqui.

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