Publicidade
Voltar CLIPPING

Herança de Guzik

21 de agosto de 2010
2 min de leitura

Antes de morrer, em junho deste ano, o autor e crítico teatral deixou dois romances inéditos e duas peças inacabadas

Um dia antes de ser internado no hospital Santa Helena (SP), em fevereiro, o crítico, ator e escritor Alberto Guzik mandou um e-mail para o ator Ivam Cabral dando orientações sobre um livro inédito de sua autoria. O romance A estátua de sal de Sodoma, ainda não publicado, é, portanto, a última obra de Guzik. Figura emblemática do cenário teatral paulistano, ele morreu em junho. Na mensagem, o autor pedia para que, caso “um imprevisto” acontecesse, Cabral, que foi seu parceiro no grupo Os Satyros, se encarregasse da publicação. O livro chegou anexado em arquivo de Word e foi enviado com cópia para o dramaturgo Aimar Labaki. O jornalista e dramaturgo Sérgio Roveri, antigo companheiro de redação do “Jornal da Tarde”, também tinha uma versão não revisada. Dias depois da morte de Guzik, foi encontrado ainda seu laptop, na SP Escola de Teatro, onde ele havia assumido a cadeira de diretor pedagógico em 2009. Ali havia ainda duas peças inacabadas e mais um romance inédito, Um palco iluminado. Nenhuma editora mostrou ainda interesse pelos textos.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade