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A história social do crime na Belle Époque

22 de novembro de 2019
1 min de leitura

Publicado pela Editora Unesp, livro investiga as profundas imbricações entre a atividade da imprensa seus efeitos sobre o imaginário de uma época

Nas vésperas da Primeira Guerra Mundial, o fervor pelos relatos de crimes se tornou um verdadeiro fenômeno social. Enquanto a imprensa escancarava suas colunas para os acontecimentos criminais, os romances policiais e os filmes de detetive passaram a atrair um público cada vez maior, fascinado por um novo imaginário feito de rastros de sangue e pegadas na neve, de indícios e criptogramas misteriosos. Na perspectiva de uma história social do crime, o livro A tinta e o sangue (Editora Unesp, 519 pp, R$ 97 0 Trad.: Luiz Antonio Oliveira de Araújo), de Dominique Kalifa, investiga as profundas imbricações entre a atividade da imprensa, especialmente da crônica criminal, e seus efeitos sobre o imaginário de uma época.

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Talita Facchini

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