Uma viagem pelo mundo
Livro conta a história de Gabriel e suas viagens por diversos lugares do mundo
Tomar sopão com “homeless” numa igreja de Londres, participar de rituais xamânicos na Amazônia, ser convidado para assistir a uma missa privada com o papa, no Vaticano, regar arrozais com camponeses no Vietnã, ser condecorado por uma tribo Massai, ou acompanhar de perto a rotina de um milionário do Burundi, na África. Aos 28 anos, com uma sequência de viagens com acontecimentos extraordinários e de pessoas fascinantes no currículo, o economista Gabriel Buchmann era adepto da felicidade do menos, em troca de mais liberdade e tempo. Dispensou o mercado financeiro para desbravar o mundo e tentar entender como aplicar as teorias econômicas para fazer diferença na vida das pessoas. Gabriel, as montanhas e o mundo (Autografia, 260 pp, R$ 59), da jornalista Alícia Uchôa e de Fátima Chaves de Melo Buchmann, mãe do economista, é um conjunto de “causos” de viagens, histórias e impressões registradas – com destaque para a sua volta ao mundo -, em e-mails e mensagens trocadas com a família, amigos e a namorada. O brasileiro morreu em 2009, enquanto explorava o Monte Mulanje, no Malauí. O acontecimento ganhou os noticiários da época e, além deste livro sua história recentemente inspirou o filme Gabriel e a Montanha, premiado em Cannes.
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