Doze contos sobre a linguagem e seus limites
Alfaguara publica livro de Olavo Amaral que mescla fatos e fantasia, narrativas e distopias
Um antropólogo entre índios sul-americanos se depara com um desafio linguístico que muda a sua forma de enxergar o espaço; refugiados escondidos ameaçam matar uns aos outros por não conseguirem se comunicar; a ausência se torna um vácuo na relação entre marido e mulher, e esse buraco ameaça se tornar real. Nesta coleção de contos, Dicionário de línguas imaginárias (Alfaguara / Companhia das Letras, 127 pp, R$ 39,90), Olavo Amaral cria mundos próprios e culturas imaginárias, e foge da banalidade do real para empreender uma jornada ao cerne do que nos torna humanos: a linguagem e seus limites. Mescla fatos e fantasia, narrativas labirínticas e distopias, na tradição dos grandes autores que escapam do realismo para tratar dos temas cruciais da situação humana.
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