Intrínseca lança livro inspirado na história de Sherazade
Em ‘As mil noites’ personagem principal também tem que achar maneiras de fugir das armadilhas de um rei perverso
Clássico da
literatura universal, as histórias de
As
mil e uma noites
estão no imaginário de todos — do Oriente ao Ocidente. É
impossível que alguém nunca tenha ouvido falar sobre Ali Babá e seus quarenta
ladrões, ou sobre Aladim e o gênio da lâmpada. Ou sobre Sherazade, a mulher
sagaz e inteligente que se casou com um homem cruel, e, por mil e uma noites,
driblou a morte narrando contos de amor e ódio, medo e paixão, capazes de
dobrar até mesmo um rei. Em
As mil noites (Intrínseca, 320 pp, R$ 39,90 – Trad.: Viviane Dinis), jovens mulheres
aguardam, tenebrosas, a chegada do cruel Lo-Melkhiin, um rei responsável pela
morte de 300 esposas. A cada povoado por que passe, ele escolhe mais uma noiva,
que provavelmente será morta já na noite de núpcias. Ciente da crueldade do
governante, a mais bela da aldeia já se prepara para o pior. Sua irmã,
entretanto, está disposta a salvá-la. Vestida com as melhores roupas que pôde
encontrar, ela caminha até o visitante e se deixa levar pelos guardas. Essa
heroína destemida, que por sua coragem passa a ser venerada como uma deusa
menor, narra suas aventuras em
As mil noites.
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