Sumiço no mar do Caribe
Em trama, milhares de pessoas somem em alto mar sem deixar rastros
Em O quarto dia (Arqueiro / Sextante; 352 pp; R$ 44,90 – Trad. Alves Calado), Sarah Lotz conduz o leitor por uma viagem de réveillon que tinha tudo para ser perfeita. O ano é janeiro de 2017. Após cinco dias desaparecido, o navio O Belo Sonhador é encontrado à deriva no golfo do México. Poderia ser só mais um caso de falha de comunicação e pane mecânica… se não fosse por um detalhe: não há uma pessoa viva sequer no cruzeiro. As autoridades acham indícios de uma epidemia de norovírus, mas apenas descobrem os corpos de duas passageiras. Para piorar, todos os registros e gravações de bordo sofreram danos irreparáveis. Como milhares de pessoas podem ter sumido sem deixar rastro?
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