Setembro verde e amarelo
Três livros nacionais lideram a lista mensal de setembro
Não tem torcida uniformizada nem vuvuzela para comemorar, mas o Brasil levou as três primeiras colocações na lista geral mensal de setembro, e Nada a perder vol.2 (Planeta) foi o grande campeão. Lançado há pouco mais de um mês, o livro alcançou o número de 92.013 exemplares vendidos em setembro. Vale lembrar que esse é o segundo maior número de vendas em um mês em 2013. Só perdeu para ele mesmo, Nada a perder vol.1 (Planeta), em fevereiro, quando vendeu 125.776. A piada é pronta e velha, mas em time que tá ganhando, não se mexe.
O 2º lugar foi para outro recordista de vendas, 1898 (Globo), de Laurentino Gomes. Com 45.195 exemplares, o livro vendeu mais do que o 1º lugar de agosto. É interessante notar que os dois livros, Nada a perder vol.2 e 1889, estrearam juntos na lista dos mais vendidos.
Em 3º lugar, outro vencedor já conhecido, Kairós (Principium), do Padre Marcelo, vendeu 39.836 exemplares. Desde maio o livro aparece entre os três mais vendidos nas listas gerais mensais.
Juntos, os três livros nacionais venderam 177.044, quase 40% a mais do que em agosto, em que os três primeiros lugares, Inferno (Arqueiro), Kairós (Principium) e A culpa é das estrelas (Intrínseca) venderam 103.417. Dá-lhe Brasil. Imagina na Copa?
No ranking das editoras, a Sextante manteve seu lugar de honra com 20 livros na lista mensal, mas 7 a menos que em agosto. Já a Intrínseca subiu para o 2º lugar, com os mesmos 17 livros de agosto. A grande novidade na lista em setembro foi o 3º lugar da Cosac Naify, empatada com a Record, com 14 livros – lembrando que em setembro foi a vez da Cosac fazer promoções de vendas, apostando numa estratégia usada por muitas outras também.
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