O ritual literário de Georges Simenon
Exposição na França mostra os objetos usados pelo escritor
O blog da L&PM publicou curiosidades sobre Georges Simenon, para falar de uma exposição sobre ele que tem início da França. Para o criador do comissário Maigret, o maior crime que se podia cometer era incomodá-lo enquanto estava trabalhando. “Não perturbe”, dizia uma plaquinha na porta de seu escritório. Outra condição sine qua non para ele começar a escrever um romance incluía pelo menos quatro dúzias de lápis recém apontados, um bloco novo de folhas amareladas, um envelope com nomes, idades e endereços de seus personagens e uma lista com possíveis itinerários de trem, além da máquina de escrever a postos e devidamente higienizada, as cortinas fechadas e café em boa quantidade. Ao todo, Simenon escreveu cerca de 250 mil páginas, que ligadas ponta com ponta chegariam aos 6km de extensão.
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