Um dia dedicado a Hans Ulrich Gumbrecht
Fundação Casa de Rui Barbosa realiza nesta quinta-feira (2) seminário internacional para debater a obra do historiador, que também estará no Rio
“As belas formas da melancolia – Historiografia, materialidade e presença na obra de Hans Ulrich Gumbrecht” é o título do seminário internacional que a Fundação Casa de Rui Barbosa (Rua São Clemente, 134 – Botafogo – Rio de Janeiro/RJ. Tel.: 21 3289-4634) promove nesta quinta-feira (2), a partir das 9h. A entrada é gratuita e não há necessidade de inscrição prévia.
Organizado por Flora Süssekind, Tânia Dias, Maria Elisa Mader e Valdei Lopes de Araújo, o seminário vai abordar temas e conceitos tratados direta ou indiretamente na obra do historiador e crítico Hans Ulrich Gumbrecht, professor da Universidade de Stanford (EUA).
O evento contará com a presença do autor e de professores brasileiros e estrangeiros e privilegiará, na obra de Gumbrecht, conceitos que permitem repensar, no contexto brasileiro e internacional contemporâneo, a prática intelectual no campo das ciências humanas e os caminhos tomados pela historiografia, pela filologia e pelos estudos comparados. Os conceitos serão enfocados sob diferentes aspectos, numa rede de inclusões, tensões e interações com campos diversos de conhecimento e com distintas formações culturais e sociais.
Programação
9h – Palestra: As belas formas da melancolia
Hans Ulrich Gumbrecht
9h40 – Mesa: Melancolia e forma
Luis Costa Lima (PUC-Rio) – Será a melancolia uma boa companheira?
Valdei Lopes de Araújo (UFOP) – A leitura gumbrechtiana da melancolia
Katrin Rosenfield (UFRS) — Ironias melancólicas
11h às 13h: Mesa: História e Literatura
Sérgio Alcides (UFMG) – Ausência, presença e desavença de um letrado quinhentista.
Eduardo Sterzi (FAAP/ FAPESP) – Num instante de perigo. Dos topoi às imagens dialéticas
Oliver Lubrich (Universidade de Berlim) – Poéticas testimoniais – Escritores estrangeiros na Alemanha nazista, 1933-1945.
Gustavo Naves Franco (UFOP) – Presenças Patéticas: comédia e mística na literatura pós-1945.
15h – Mesa: A Materialidade como questão
Pedro Dolabela Chagas (UFVC) – Gumbrecht e a episteme contemporânea
Jobst Welge (Universidade Livre de Berlim) – Presentificando a loucura – Roberto Arlt entre romance e teatro.
Myriam Ávila (UFMG) – “Meios e condições: de Gulliver a Gumbrecht”
17h – Mesa: Produção de Presença
Luciana Barroso Gattass (PUC-Rio) – Chuva de letras: de presenças, ausências de literatura digital.
Manoel Silvestre Friques (Senai/Cetiqt) – Dimensões contemporâneas da presença – no teatro, na videoarte e na performance.
Milton Machado (UFRJ) – Esse corpo é todo poros.
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