"A narrativa não busca reconciliar, mas expor a brutalidade sofrida e ao mesmo tempo reconhecer a potência de metamorfose. O íntimo torna-se político", diz a autora carioca
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O próprio autor participa de uma das montagens; evento começa no dia 6 de março
Clássico contemporâneo queer, livro é a nova edição do aclamado romance de estreia de Édouard Louis