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Blue Bus

Jovens são futuros leitores sem ligação emocional com o papel

Contratado pelo "The New York Times" para orientar os próximos passos do jornal, anterior aqui, o 'futurista convidado' Michael Rogers acredita que os impressos não vão morrer por um bom tempo, mas vê mudanças por conta do rápido desenvolvimento dos eletrônicos para leitura de conteúdo - "Em mais uma década, uma parte significativa do nosso publico terá crescido tendo feito a maior parte das suas leituras numa tela e essas pessoas não terão a mesma ligação emocional com o papel como têm a maioria dos leitores atuais" - prevê.

28 setembro 2006

Google é reconhecido como verbo e entra, afinal, para o dicionário

O dicionário Merriam-Webster admitiu o termo 'Google'. Foi incluído como verbo - significa 'usar a ferramenta de busca do Google' para obter informações. "Definimos uma marca registrada como verbo, foi a mesma coisa que fizemos com a palavra xerox" - detalha John Morse, presidente da editora responsável pelo dicionário.

7 julho 2006

Tentaram assaltar, loja da Letras & Expressões

Tentaram assaltar, na madrugada de domingo pra segunda (05/06), a livraria em Ipanema, no Rio. Para o pessoal do BlueBus, ou os bandidos estão ficando letrados ou perderam todos os critérios e devem estar achando que livro é um negócio bem rentável.

5 junho 2006

Um livro gigante na praça pra quem quiser sentar e ler

Clique no link para ver a foto - não, não é um livro aberto fotografado de muito perto. É um banco de praça, na verdade uma ação de guerrilha em Istambul, na Turquia. O objetivo é incentivar a leitura. No encosto de cada banco, versos de poetas turcos do século 18.

26 maio 2006

Sob ameaça de morte, Ferrez deixa SP | leia blogs, veja video

O escritor paulista Ferréz, que denunciou na 6ª feira o que seriam assassinatos na periferia de São Paulo, foi ameaçado de morte e teve que sair do Estado. Notícia no blog, RS Urgente no UOL. Leia também nota e veja entrevista em vídeo no Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim. O blog do Ferréz continua no ar. Trecho do último post datado de sábado - "Esse escritor que vos fala, que vendeu livro de mão em mão em Santo Amaro, e ainda vende por todo lugar que vai, nunca legitimou os ataques a Polícia Militar, nem sequer deu voz a nenhuma facção. Pena que defender a periferia seja covardemente confundido com defender bandido".

23 maio 2006

Para segurar o livro com 1 das mãos e deixar a outra livre

Entre as novidades do século 21 não dirigidas a leitura eletrônica em telas, saiu um pequeno apetrecho de plástico que ajuda você a segurar o livro que lê usando somente uma das mãos foto. Disponível na web em site de vendas na categoria Resources for Reading sob o título Thumb Thing Book Holder. Sai por US$ 2,95 a unidade. Queridos leitores do PublishNews, não percam esta oportunidade. Não de comprar, claro, que não somos do 011 1406, mas a foto é impagável!

27 janeiro 2006

Usando o buzz marketing e os blogs para lançar livros

Pressionadas pelas vendas antecipadas de seus lançamentos, formato adotado pelo mercado em função das livrarias online, as editoras americanas estão aprendendo com Hollywood a mobilizar o publico e criar expectativa. Como os estúdios fazem com os filmes, as editoras estão promovendo seus novos títulos com meses de antecedência. Os esforços têm o objetivo de fazer com que informações e opiniões sobre os livros circulem antes que eles cheguem às livrarias, na intenção de garantir vendas expressivas logo no inicio. As táticas utilizadas têm sido distribuir exemplares antecipadamente para pessoas influentes, se aproximar de blogs e contratar agências de buzz marketing.

2 dezembro 2005

Vendedores e editores de livros, quase o mesmo papel

A mudança no modelo de negócios das editoras foi um dos temas mais discutidos durante a Feira de Frankfurt. As empresas do setor estão sendo levadas a se adaptar as alterações que a tecnologia está produzindo no tradicional formato de produção, distribuição e venda. Notícia da Reuters diz que grandes editoras com a Simon & Schuster, Random House e a Penguin começaram, sem alarde, a vender diretamente para o consumidor. Dizem que não querem competir com as varejistas online, como a Amazon, mas reconhecem que as fronteiras entre quem edita e quem vende estão ficando menos perceptíveis. A rede de livrarias Barnes & Noble, uma das grandes do varejo tradicional e com presença expressiva também na internet, cruzou a linha na direção oposta e está publicando uma série de clássicos, incluindo Dostoievski e Mark Twain.

21 outubro 2005

Cadáveres nas ruas mas isso é só marketing

Para divulgar a La Librería Negra y Criminal, livraria de Barcelona especializada em títulos policiais e de mistério, o escritório local da JWT criou ação de marketing de guerrilha que colocou "corpos" em bancos de praça calçadas e latões de lixo. Os "cadáveres" parecem vitimas de assassinato - alguns tem livros ao seu lado, outros são acompanhados por bilhetes.

21 outubro 2005

Um caixão circulando pelas ruas anuncia livro

Uma ação de marketing de guerrilha circulou um caixão pelas ruas de Roma. O objetivo era lançar a edição italiana de They Thirst, de Robert McCammon. O pessoal que carregava o caixão distribuía cupons que davam direito a caixões grátis em caso de morte por ataque de vampiro. O livro de McCammon é uma versão moderna da historia clássica de vampiros.

18 outubro 2005