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Citadel

O trem tá feio
Não ficção

O trem tá feio

Gustavo Tubarão Citadel

Gustavo Tubarão, fenômeno do Instagram com mais de 8 milhões de seguidores, tornou-se reconhecido pelo seu humor e sua simplicidade. Adotou o apelido e o símbolo de Tubarão por morrer de medo do bicho, e aí encontrou sua força. Que nem o Batman com o morcego. Mineiro de Cana Verde, ele se orgulha de suas origens e de sua cultura por meio de seus vídeos, que alavancaram sua carreira. O jovem de 23 anos também é muito sincero ao falar dos seus problemas – uma cacetada deles. Depressão, síndrome do pânico, transtorno borderline... Ele fala muito sobre tudo isso aqui neste trem. Sem deixar de rir. Porque o riso não deixa de ser uma arma. E pode te ajudar se você também tá passando por essas coisas. Num livro divertido, envolvente – e, quando precisa, muito sério, por que não? –, Gustavo escancara sua vida e seus medos com muita franqueza e sensibilidade. Bora neste trem que a prosa é boa!

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Os doze trabalhos de Hércules
Não ficção

Os doze trabalhos de Hércules

Clóvis de Barros Filho / Joel Jota Citadel

É intrínseco ao mito ser passado adiante, projetado, pela oralidade. Nada mais incrível que ouvir esta história – a história – de Héracles, nosso Hércules, por meio do timbre icônico do Professor Clóvis de Barros Filho no curso “Deuses e Heróis – Hércules”. E, de igual teor, não há maneira melhor de homenagear os que participaram e participarão desse acertadíssimo curso do que com esta obra: uma releitura, de coautoria entre Clóvis de B. Filho e Joel Jota, dessa narrativa que é a representação da resiliência em sua mais pura denotação. Um mito, um sussurro que alcançou gerações, uma história que é ricamente representada pela escrita do Prof. Clóvis e requintada pelos comentários de Joel Jota, ambos de pertinência absoluta nessa belíssima jornada de resiliência, autodescobrimento e destino. Passaremos aqui pelos Doze Trabalhos de Hércules, desafios inimagináveis, de congelar até os mais bravos homens e guerreiros. Sorte de Héracles que nasceu para ser muito mais. Colocamo-nos para baixo, por vezes, diante de frustrações e derrotas, de modo a altear os desafios ao patamar de deuses. Essa e muitas outras histórias nos ensinam que somos nós, na verdade, os agentes de transformação e que, sendo resilientes, podemos superar os obstáculos que antes pareciam ser maiores que nós. Descobriremos juntos nossa capacidade de sermos grandes, de sermos heróis da nossa própria jornada. por Bernardo Barcellos da Silva

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Padrões de alta performance
Negócios

Padrões de alta performance

Napoleon Hill / Joel Jota Citadel

O sucesso pode ser compreendido como uma série de hábitos – ações deliberadas ao longo do tempo que, devido à repetição, tornam-se automáticos. Uma vez que esses hábitos de sucesso são incorporados à rotina, eles atuam dentro dela porque desenvolveram um padrão alojado em nossa mente subconsciente. O princípio pelo qual uma ideia germina e cresce em sua mente até se tornar um hábito foi chamado por Napoleon Hill de Força Cósmica do Hábito. Joel Jota, por sua vez, explica que os padrões de alta performance que aprendeu durante sua trajetória no esporte mudaram sua vida e podem ser aplicadas em qualquer área da vida. Essa força é definitiva e tem sido utilizada e demonstrada pelos maiores indivíduos do mundo. E nunca falha. Funciona para todos, quer para uma pessoa humilde, quer para um magnata dos negócios. A sua finalidade é perpetuar tudo depois da sua própria espécie, incluindo os hábitos de pensamento do homem. Uma vez alocado em nossa mente subconsciente, esses hábitos de rotina têm a determinação e persistência de ervas daninhas, mas, inversamente, agora deliberadamente cultivados, são mais elevados, funcionais e produtivos. Eles são fruto dos nossos pensamentos, e são colocados intencionalmente dentro da nossa psique interior. Uma vez encontrada a chave para esse tesouro, toda a bondade do Universo será nossa para o pedir o que quisermos. Esta edição apresenta uma verdadeira conversa entre Joel Jota, influenciador digital e empresário brasileiro, expert em produtividade e vida equilibrada, com Napoleon Hill, o pai do desenvolvimento pessoal e criador das Leis do Sucesso. Ex-nadador da Seleção Brasileira, Joel tem uma trajetória ímpar, que serve de inspiração para empreendedores e atletas brasileiros.

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Prosperidade suprema
Autoajuda

Prosperidade suprema

William Sanches Citadel

Os 7 passos que faltavam para você ter tudo o que deseja e viver em harmonia! Prosperidade pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes. Alguns podem imaginar uma Ferrari vermelha, uma casa em um condomínio de luxo ou viagens de primeira classe para a Europa. Outros podem sonhar com uma fazenda, animais, espaço para cultivar... E ainda há aqueles para quem prosperidade significa ver um filho se formar, superar uma doença ou viver em paz consigo mesmo. O que essas pessoas tem em comum? Todas são prósperas! Porém, no mundo em que vivemos onde a aparência e a exigência de ser rico e feliz parece ser uma obrigação, qual seria, então, a PROSPERIDADE SUPREMA?

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Ser para ter
Autoajuda

Ser para ter

Aline Dalcin Citadel

A obra propõe ao leitor uma jornada rumo a plenitude, e a cada capítulo são apresentados os pilares para uma vida plena e suas respectivas ferramentas, a fim de que encontremos a inteireza a partir do cuidado em todas as esferas da vida: mental, emocional, espiritual e energética. De acordo com a autora, está tudo interligado, e partir do processo de autocuidado, restauração, limpeza da mente, desintoxicação das emoções e reequilíbrio de quem somos, o caminho de “Ser para Ter” se tornará o curso natural da vida. Apesar de extraordinário, Aline deixa claro que trilhar os doze passos realmente exigirá de quem aceitar embarcar nessa jornada de transformação, pois ela por vezes causará dor, inerente ao crescimento. Mas ainda que haja cansaço com os desafios do processo, a autora reafirma que o resultado de todo o esforço é real e inestimável.

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Todas as minhas mortes
Ficção

Todas as minhas mortes

Paula Klien Citadel

Em Todas as minhas mortes, a protagonista Laví, abreviação de la vie — ou vida em francês —, embarca em uma jornada única, desde o primeiro orgasmo na infância até a pós-menopausa. Com lucidez espantosa, a autora Paula Klien quebra tabus, explorando de forma honesta e visceral temas como erotismo, sexo, paixão, amor, família, maternidade, cura e fé. Este romance de autoficção é uma narrativa instigante que desafia pudores, mergulhando na complexidade humana e na ordenação de valores fundamentais. Uma estreia literária marcante, Todas as minhas mortes não apenas cativa com sua narrativa insólita, mas também convida os leitores a uma reflexão profunda sobre o milagre da vida e as muitas mortes que moldam nossa existência. Uma leitura impactante, comovente e inspiradora, que mantém a respiração suspensa da primeira à última linha.

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