Assassinato no Teatro Municipal
Livro mostra os lados de uma sociedade coberta por preconceitos e mágoas e descreve o universo da alta sociedade jornalística
Em O lado escuro da madrugada (Pandorga, 272 pp, R$ 34,90), o paulistano Roberto Giacundino narra a morte de um publicitário, assassinado no Teatro Municipal de São Paulo. Na trama, a colega de trabalho da vítima, a jornalista Sandra Garcia, decide tomar o caso para si e descobrir a motivação do assassino, sem saber que este era apenas o primeiro de uma série de outros assassinatos que seguiriam um padrão, interligando as vítimas. Durante a investigação, vertentes inesperadas surgem: teria seu colega sido assassinado por um dos funcionários do Teatro Municipal? Ou, quem sabe, uma execução por dívidas de entorpecentes? Acompanhada de três aliados: o irmão da vítima, um novo e inusitado parceiro de investigações, e um jovem hacker, Sandra faz cair as máscaras em seu caminho, pois as possibilidades são inúmeras e nada nem ninguém é o que parece. Enquanto lutam com um assassino que parece sempre estar dois passos à frente deles, ela é envolvida em uma rede de mistérios ao mesmo tempo em que precisa lutar com fantasmas do passado.
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