Na luta pela liberdade
Em seu romance de estreia, Martha Hall Kelly resgata histórias de mulheres que serviram de cobaias para médicos nazistas
Na Nova York de 1939, a socialite Caroline Ferriday dedica-se ao trabalho voluntário no Consulado da França. Mas sua vida vai ganhando outro rumo conforme os nazistas se aproximam de Paris. Enquanto isso, na Polônia, a adolescente Kasia Kuzmerick, indignada com o horror instaurado por Hitler em seu país, envolve-se com a Resistência e acaba capturada. É em Ravensbrück, o temido campo de concentração para mulheres na Alemanha, que seu caminho cruza com o de Hera Oberheuser, uma médica ambiciosa que realiza experimentos científicos nas prisioneiras. Em Mulheres sem nome (Intrínseca, 496 pp, R$ 44,90 – Trad.: Ana Rodrigues, Cássia Zanon e Maria Carmelita Dias), seu romance de estreia, a norte-americana Martha Hall Kelly narra, em capítulos alternados, as histórias dessas três personagens. Histórias que se entrelaçam em meio às monstruosidades da Segunda Guerra.
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